A sociedade actual, à qual me apraz designar por sociedade dos conhecimentos, é marcada por factores sociais como a globalização, a evolução das estruturas familiares, o aumento da esperança média de vida e o impacto tecnológico que, oferecendo vantagens, apresentam-se como desafios para as localidades e as suas comunidades. Acredita-se pois, que a aquisição contínua de conhecimentos e competências e a participação activa na sociedade são fundamentais para se acompanhar a evolução social que se processa a um ritmo alucinante. A participação activa dos cidadãos e das comunidades, assente no desenvolvimento humano e local, torna-se, desta forma, imprescindível. Essa mesma participação social e cívica é cada vez mais entendida como empowerment, ou seja, como a efectivação do direito das pessoas e comunidades a terem uma palavra substancial e real nas decisões que dizem respeito às suas vidas e ao seu contexto social.
Neste sentido, entende-se que para que esta participação se efective, é imprescindível que as pessoas detenham conhecimentos que representam o sustentáculo do próprio desenvolvimento humano e social. A Educação e Formação ao Longo da Vida (E.F.L.V.) considera a pessoa enquanto um ser em contínua aprendizagem, reconhecendo que as aprendizagens, mais do que uma preparação para a vida, são parte integrante da própria vida, ocorrendo desde a nascença até à morte. O conceito de E.F.L.V. deve ser encarado como uma construção contínua da pessoa, dos seus valores, dos seus saberes, aptidões e da sua capacidade de discernir e agir. A Educação ao Longo da Vida é sustentada por quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver em grupos e aprender a ser. Com efeito, a Educação ao Longo da Vida conduz ao conceito de sociedade dos conhecimentos onde todas as ocasiões podem ser usadas para aprender e desenvolver potencialidades, em qualquer lugar e a qualquer hora, em qualquer idade.
É neste sentido que os Ecomuseus deverão dirigir a sua acção, considerando a aprendizagem como um processo de construção contínua da pessoa, não restringindo a sua acção a uma faixa etária mas antes, criando condições para que esses espaços permitam um encontro de várias gerações com sede de conhecimentos e de aprendizagens. Encontra-se neste âmbito, a necessidade de consciencializar as comunidades para o património existente nas suas localidades, fazendo-as reflectir na importância do mesmo para si e para as gerações vindouras. Interessa, pois sensibilizar as comunidades para a importância do património, desenvolvendo o gosto pela descoberta da sua história, do seu passado e das suas raízes. Destaca-se a necessidade de mudar mentalidades, de alterar o modo de sentir e pensar o património, estimulando a curiosidade, desenvolvendo o sentido de pertença como forma de promover a participação das comunidades, levando-as a visitar e contactar com o património, assim como a preservar os seus usos, costumes e os seus saberes, valorizando os saberes e as experiências das comunidades.
Neste sentido, acredita-se que no processo de aprendizagem, os Ecomuseus em parceria com os vários agentes de socialização, no contexto formal, não formal e informal, terão um papel importantíssimo no desenvolvimento do gosto pelo património, pelos valores culturais, pelos saberes, motivando à participação de todos na descoberta das suas origens, descobrindo a sua história e desenvolvendo o sentido de pertença permitindo encarar o património como um tesouro e uma herança a preservar e a descobrir, numa busca constante novos saberes. Num outro prisma, deverão promover a partilha de saberes, a reprodução e revitalização de usos e costumes como forma de reavivar estas tradições locais, constituindo uma herança cultural para as gerações presentes e vindouras.
Efectivamente, é essencial que os espaços museológicos sejam atractivos, dinâmicos e acessíveis a todos, para que toda a comunidade tenha o direito de usufruir e de participar neles. Os Ecomuseus deverão ser espaços para partilhar, aprender, conhecer, reviver, descobrir, olhar, sentir, pensar, reflectir e participar na preservação do património local. Entende-se que deverá consistir num lugar de encontro connosco, com a nossa história e a nossa existência, numa comunhão entre o passado, o presente e o futuro dos locais e das suas gentes.
Neste sentido, entende-se que para que esta participação se efective, é imprescindível que as pessoas detenham conhecimentos que representam o sustentáculo do próprio desenvolvimento humano e social. A Educação e Formação ao Longo da Vida (E.F.L.V.) considera a pessoa enquanto um ser em contínua aprendizagem, reconhecendo que as aprendizagens, mais do que uma preparação para a vida, são parte integrante da própria vida, ocorrendo desde a nascença até à morte. O conceito de E.F.L.V. deve ser encarado como uma construção contínua da pessoa, dos seus valores, dos seus saberes, aptidões e da sua capacidade de discernir e agir. A Educação ao Longo da Vida é sustentada por quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver em grupos e aprender a ser. Com efeito, a Educação ao Longo da Vida conduz ao conceito de sociedade dos conhecimentos onde todas as ocasiões podem ser usadas para aprender e desenvolver potencialidades, em qualquer lugar e a qualquer hora, em qualquer idade.
É neste sentido que os Ecomuseus deverão dirigir a sua acção, considerando a aprendizagem como um processo de construção contínua da pessoa, não restringindo a sua acção a uma faixa etária mas antes, criando condições para que esses espaços permitam um encontro de várias gerações com sede de conhecimentos e de aprendizagens. Encontra-se neste âmbito, a necessidade de consciencializar as comunidades para o património existente nas suas localidades, fazendo-as reflectir na importância do mesmo para si e para as gerações vindouras. Interessa, pois sensibilizar as comunidades para a importância do património, desenvolvendo o gosto pela descoberta da sua história, do seu passado e das suas raízes. Destaca-se a necessidade de mudar mentalidades, de alterar o modo de sentir e pensar o património, estimulando a curiosidade, desenvolvendo o sentido de pertença como forma de promover a participação das comunidades, levando-as a visitar e contactar com o património, assim como a preservar os seus usos, costumes e os seus saberes, valorizando os saberes e as experiências das comunidades.
Neste sentido, acredita-se que no processo de aprendizagem, os Ecomuseus em parceria com os vários agentes de socialização, no contexto formal, não formal e informal, terão um papel importantíssimo no desenvolvimento do gosto pelo património, pelos valores culturais, pelos saberes, motivando à participação de todos na descoberta das suas origens, descobrindo a sua história e desenvolvendo o sentido de pertença permitindo encarar o património como um tesouro e uma herança a preservar e a descobrir, numa busca constante novos saberes. Num outro prisma, deverão promover a partilha de saberes, a reprodução e revitalização de usos e costumes como forma de reavivar estas tradições locais, constituindo uma herança cultural para as gerações presentes e vindouras.
Efectivamente, é essencial que os espaços museológicos sejam atractivos, dinâmicos e acessíveis a todos, para que toda a comunidade tenha o direito de usufruir e de participar neles. Os Ecomuseus deverão ser espaços para partilhar, aprender, conhecer, reviver, descobrir, olhar, sentir, pensar, reflectir e participar na preservação do património local. Entende-se que deverá consistir num lugar de encontro connosco, com a nossa história e a nossa existência, numa comunhão entre o passado, o presente e o futuro dos locais e das suas gentes.
Joana Ferreira
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